sábado, 19 de março de 2011

Uma visão diferente de 300, o filme



Depois de uma aula fascinante que eu tive sobre a cultura grega, tanto ateniense quanto espartana, eu olhei de forma diferente o filme 300 que, aqui em casa, foi tido como bobo e violento.

O povo espartano tinha um modelo singular de viver, que se tivéssemos adotado, talvez muitos dos problemas de hoje em dia seriam menores do que são.

Um espartano era criado desde tenra idade sabendo que ele era Esparta e que Esparta era ele, logo, se algum espartano sofresse algum tipo de falta de respeito, Esparta se ofenderia e em caso contrário, seria guerra.

Eles eram educados a cultuar mente e corpo, possuíam suas profissões e vidas particulares, porém estavam 24 horas prontos para defender seu povo. Eram guerreiros.

Eram monogâmicos, não admitiam, em sua cultura o homossexualismo, suas mulheres eram educadas como os homens, para serem bravas e fortes e para gerarem bons guerreiros para a sua cidade. Elas não eram desprezadas como infelizmente ainda em muitas culturas isso acontece.

As crianças participavam de todos os acontecimentos da sociedade, como ouvintes, logo, ao chegar a hora de receberem sua instrução, já tinham um senso crítico um tanto apurado.

Tendo que fazer um trabalho sobre esse filme, assisti-o novamente, por outro prisma, com um outro olhar e vi o quão belo foi a história desse povo tão guerreiro e educado, embora muitos os achassem truculentos e bárbaros.

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